Da série: achei fotos perdidas e resolvi postar!

Revendo todas as fotos que tirei até hoje, fiquei impressionada com a quantidade de fotos do Big Ben e das redondezas. Sério! Mas também pudera, né? Como não se apaixonar por aquela torre linda? E toda aquela construção? E a ponte? (Sim, eu sou a louca das pontes!).

Nem preciso dizer que o Big Ben é um dos lugares mais visitados de Londres! E a experiência super vale a pena. Ainda mais se você passar por ali e ainda der a sorte de ouvir as badaladas do relógio. É simplesmente sensacional!

O Big Ben, que oficialmente se chama Elizabeth Tower, faz parte do Palace of Westminster (ou Houses of Parliament ou, simplesmente, Parlamento) e todo o prédio é uma obra de arte. Atravessando a Westminster Bridge – que também tem uma arquitetura linda – você consegue ter uma vista linda desse lugar (E ainda dá pra dar uma chegadinha na London Eye). Mas não pense que você será o único tentando fazer isso! Você provavelmente vai disputar cada cm² com outras centenas de turistas e suas fotos, certamente, terão pessoas aleatórias perto de você!

Pode parecer um programa meio ‘furada’, mas ir a Londres e não visitar o querido Ben, é quase um sacrilégio.

Se vale a pena? Sou super suspeita para falar!

Deixo fotinhas como registro do meu amor pelo Big Ben 😀 Algumas delas são antigas, e tem umas com uns desconhecidos na foto pra mostrar que realmente é cheio! rsrs (Perdoem a qualidade das fotos! :p)

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Uma noite no Museu…não, péra…

Mil anos sem escrever por motivos de: preguiça, falta de criatividade, uma bad profunda por saudades de casa, mudança,  aulas e um tal de CELTA que tem tirado minhas noites de sono. Enfim, fui procrastinando, procrastinando…e eis que, fazendo a limpa nos meus arquivos, encontrei umas fotos do British Museum e do Natural History Museum e resolvi retomar a escrita…

Antes de mais nada, se você está indo a Londres e pretende ficar por lá por alguns dias, esses dois museus são quase que parada obrigatória. Aí alguém pode pensar: “Ah, mas museu é chato! Prefiro aproveitar as atrações ao ar livre!” Vai por mim: o museu britânico e o museu de história natural tem coisas super bacanas e os prédios em que as exposições estão alocadas são uma obra de arte por si só. E ainda tem uma outra qualidade: é de graça!!!

Londres tem uma infinidade de museus, a maioria com entrada gratuita. Se você tem um tempinho ou se gosta de conhecer um pouco mais sobre a história do local que você está visitando, esses museus são duas grandes pedidas. Mas, cuidado: eles são imensos! Você pode tranquilamente passar um dia inteiro lá dentro sem se dar conta disso. Se tiver com tempo curto, fique de olho no relógio! Os dois museus – assim como quase tudo em Londres – são de fácil acesso. As estações de metrô Tottenham Court Road e Holborn são as mais próximas do British Museum e South Kensington (eu acho) é a mais próxima do Natural History Museum!

Deixe de lado esse ‘pré-conceito’ de que museu é chato e dê uma chance para que eles te impressionem! Vale muito a pena!

Algumas imagens do British Museum 🙂

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Com vocês, o Natural History Museum!

 

Até breve! (Assim espero!)

Para Sempre Harry Potter…

“I solemnly swear that I am up to no good.”

Li Harry Potter pela primeira vez quando tinha 11 anos (a matemática da vida é cruel!). E, até hoje, fico encantada com esse mundo mágico criado pela JK Rowling. Hoje em dia, Harry Potter é aquele “porto seguro” para quando tudo o que você mais precisa é apenas esvaziar a mente e relaxar.

E para uma boa fã de Harry Potter como eu…andar pelas ruas londrinas é como transformar em realidade um pouquinho desse universo mágico.

Em Londres é possível fazer alguns walking tours e até mesmo pegar um ônibus até Watford para visitar o estúdio da Warner Bros. Infelizmente, nem tudo é de graça. Ser fã de Harry Potter em Londres pode custar umas boas libras… Mas confesso que vale cada moedinha.

Mas, ainda bem que existem pessoas felizes que criam atrações gratuitas para quem está com o orçamento apertado.

Tem vários lugares em Londres que aparecem nos livros/filmes e que você pode visitar sem pagar nada, como a King’s Cross Station, Piccadilly Circus e o Leadenhall Market.

 

Existem outras locações também e muitas são apenas ruas comuns que aparecem na série. Em King’s Cross, no entanto, você pode tirar foto na plataforma 9 ¾! Tem um carrinho atravessando a plataforma e você pode ter seu momento “Adeus, mundo! Vou pra Hogwarts”. Mas… seja paciente! Sempre tem uma filinha e, se você quiser a foto profissional, prepare-se para desembolsar umas 10 libras por ela. Tem uma lojinha lá também. Nada barata. Mas para quem gosta de colecionar coisas do mundo de Harry Potter, super indico!

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King’s Cross Station

No Soho, tem uma exibição do material gráfico usado nos filmes de Harry Potter. É muito legal e de graça!!! A exibição fica numa loja chamada House of Minalina (26 Greek Street, Soho, London) e vale super a pena dar um pulinho lá. E, logo depois, ainda dá para ir no teatro em que a peça Harry Potter and the Cursed Child está em exibição!

Enfim, tem Harry Potter para todos os gostos e bolsos. É só saber onde procurar. E controlar a carteira para não dar a louca (como eu) e sair comprando todas as canecas, casacos, cachecóis e outras bugigangas lindas de Harry Potter.

 

“Mischief managed!”

Londres, minha linda Londres…

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Piccadilly Circus

Não importa quantas vezes eu vá a Londres eu sempre vou ficar com aquela cara de turista embasbacada. Ainda não vi um lugar mais lindo que essa cidade (não que eu seja uma pessoa muito viajada…um dia chego lá!). É muito fácil você se sentir “em casa” em Londres.

É simplesmente um lugar único em que todas as culturas se encontram. Literalmente. Às vezes, acho que estou em uma espécie de Torre de Babel: são tantas línguas diferentes para todos os lados. E, sim, você vai ouvir muito Português pelas ruas londrinas. Principalmente, porque eu tenho a teoria de que brasileiros possuem uma espécie de ímã: eu sempre esbarro em um brasileiro e, sim, tem brasileiro para todos os cantos e eles são facilmente identificáveis – normalmente, são os que estão em grupinhos rindo alto e tirando muitas selfies. Não me entendam mal, eu não estou desmerecendo o nosso povo. Apenas estou mostrando um fato. A gente faz isso e eu me incluo na categoria das selfies e risos altos (eu já me peguei várias vezes tendo que baixar o volume da voz porque tinham algumas pessoas olhando para a minha cara…).

Além da evidente diversidade cultural, andar pelas ruas londrinas é como passear por um livro de História… mas não aqueles livros chatos de escola. A cada esquina você se depara com um pedacinho da história do mundo. E para mim, particularmente, é sensacional andar por alguns lugares e saber que aquele foi o cenário de algum livro que já li. Inclusive, andar em qualquer lugar pela Inglaterra me faz perceber que eu realmente prestava atenção às aulas de Cultura e Literatura Inglesa que tive na faculdade.

Nem sempre dá para apenas andar de um lugar ao outro. E para isso… metrô!!! O que é o metrô londrino? É realmente muito bom chegar a, praticamente, qualquer lugar de um modo prático e rápido. Tudo bem que, às vezes, ficar no metrô implica que você vai suar igual a um porco. Afinal, a vida por aqui é um eterno “pega casaco – bota casaco – tira casaco”. Os ônibus também são ótimos. Nada é mais charmoso que o Red Bus. Mas o trânsito é caótico! E para os que me conhecem, sabem que o Uber fica sempre no meu top 5 (1?) de opções de transporte. E, aqui, acreditem, também é possível! Dependendo de onde você está indo, especialmente se você estiver com amigos, o Uber pode ser uma opção!!! É muito barato. E enquanto no Brasil ficam de mimimi com o Uber, fazendo com  que os motoristas tenham que se esconder, aqui os carros têm até plaquinha de identificação e há até a opção de chamar um taxi pelo aplicativo do Uber. Ou seja, taxistas brasileiros: parem de ser chatos!

E a arquitetura? Eu ficaria horas, sem problemas, olhando para cada prédio dessa cidade. Especialmente para o Big Ben e Houses of Parliament. Eu acho que devo ter, no mínino, umas 200 fotos só do meu querido Ben. O que eu posso fazer? É meu crush londrino.

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Big Ben à noite (resolução péssima, não reclamem rs)

Falando em crush…eu realmente amo a pessoa que pensou nos turistas e fez com que colocassem no chão setinhas que salvam vidas ao te dizer para que lugar da rua olhar antes de atravessar. Isso é genial e eu sou muito grata à essa pessoa.

Apesar de Murphy andar sempre comigo (infecção alimentar e problemas com a água…yupiii…só que não), a vida por aqui não está sendo nada chata…

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London Eye

Fazendo as malas…

Nunca fui uma pessoa de carregar só o “essencial”. Sempre fico pensando no “e se?”. E se acontecer isso? E se acontecer aquilo? Normalmente, essas situações nunca acontecem, mas melhor prevenir do que remediar, não é mesmo? Por isso, minhas malas sempre foram imensas…

Mas dessa vez eu não queria levar minha casa inteira – e nem podia… Então, vi 305 mil tutoriais de como arrumar a mala. Aprendi muita coisa, pra falar a verdade. Uma delas foi uma super dica de organizar uma mala para 15 dias. Se a gente repete roupa no nosso dia-a-dia, por que não repetir roupa quando viajamos? (Acreditem, isso não é óbvio para todas as pessoas) Também achei super pertinente a dica do saco à vácuo. Foi uma verdadeira revolução na minha vida, principalmente para fazer casacos de inverno imensos se tornarem bem pequenos (e tem sacos que nem precisam de aspirador de pó!!!)

Até aí, tudo bem. Você tem toda uma ideia linda planejada na sua cabeça. Mas você precisa colocar tudo em prática. Aí é que entra o desespero. Porque, sim, Murphy faz hora extra comigo, e tudo acontece. Mas, graças a Deus, amigos estão aí para te ajudar nos momentos mais difíceis da sua vida, inclusive, lavando a sua roupa porque, é claro, a água tinha que acabar na sua casa na véspera da sua viagem.

Passada a leve crise histérica inicial, você, de fato, começa a colocar as roupas na mala. Tudo bem que você deixou em cima da cama só o que precisaria para os “15 dias”. A questão é que você olha para aquele mundo de roupas e depois para a sua tímida mala (que de tímida não tem nada, pois ela é rosa pink e imensa) e a realidade te estapeia na cara: não vai caber! Você aperta daqui, aperta dali…chama sua amiga que, às 3h da manhã, está literalmente deitada na sua mala para tentar fechá-la. E quando, finalmente, a fecha…vai pesá-la e…tcharam…você excedeu – e muito – o limite de peso permitido. Você quer chorar, espernear, dá a louca e levar só sua mala de mão.  E, às 4h da manhã, vencida pelo cansaço, você começa a tirar todos os “e se?”s da mala. Tira aquele casaco que você não usa, e que sabe que não vai usar nunca, mas, vai que? Tira aquele livro que, sabe Deus o motivo, você colocou na mala, ja que você tem um Kindle. Você tira o excesso e começa a perceber que, por qual motivo, causa, razão ou circunstância, você está levando umas coisas que, de boa, você não vai usar?

Na verdade, você começa a perceber que o problema é que a gente quer estar preparado para tudo. Quer ter todas as soluções para todo o tipo de coisa que possa acontecer.  Só que, às vezes, não é possível carregar tudo. E a gente começa a desapegar. E percebe que não dá pra ter medo do que vai acontecer. A gente precisa aprender a se adaptar, a se reinventar. E, para isso, é preciso haver espaço na mala. Não sei em que momento isso se tornou um post de auto-ajuda (risos), mas a verdade é essa. A gente precisa aprender a não ter medo dos “e se?”s da vida, do inesperado.ursinho

E, depois da mala fechada e daquela sensação de dever comprido, não se espante com as lágrimas que virão. Sim, elas virão, a cada amigo que você abraçar, a cada mensagem de boa viagem que você receber, ao sair de casa, ao se despedir da família, ao se perguntar se não está fazendo besteira, ao entrar no avião e descobrir que seu assento foi alterado e você está numa cadeira beeem mais confortável do que aquela da classe econômica (Murphy, de vez em quando, faz um break pra fazer um pipi). Seus amigos vão olhar pra você e vão mandar você parar de ser chorona (o que é meio impossível), mas você sabe que o choro é de felicidade. Mesmo com uma mala mais vazia, que ainda assim parece que está carregando um corpo dentro dela, você sabe que está pronta (talvez) para o que vier pela frente. Mesmo que para responder que no Brasil se fala português e não espanhol (fomos colonizados por Portugal, galera!), pra falar sobre a adaptação à uma cidade tão grande (gente, vocês já viram o tamanho do meu país?). Enfim, você percebe que fez bem em deixar algumas coisas para trás, em repensar seu catálogo de soluções imediatas, em não ter medo de se arriscar. Até porque, onde você colocaria as coisas novas que ainda tem pra viver nessa jornada?

O começo – Como lidar com a ansiedade???

Wanderlust

Nossa!!! Deve fazer um século, pelo menos, que não escrevo nada. Mas…vamos lá! A situação exige. Até porque…é ansiedade demais para uma pessoa só.

Primeiramente, vamos à algumas explicações: quero tentar montar aqui um verdadeiro diário. Calma! Não vou chorar por corações partidos, nem elencar o menu do dia (quem sabe?). Quero poder criar, aqui, um registro das minhas angústias, expectativas, ansiedades, ou seja, tudo o que envolva essa nova empreitada em que estou me metendo.

Se alguém ler, ótimo! Espero que você goste e embarque nas minhas viagens (reais e na maionese). Aceito sugestões, críticas, dicas!! Se ninguém ler, Ok também. Pelo menos estou economizando na terapia…

Bem, se você não me conhece, ou conhece e não convive comigo, deve estar se perguntando: “O que essa louca quer?” Então, eu quero extravasar um pouco essa ansiedade que me consome! Às vezes, só a escrita ajuda a transbordar o que a mente e o coração já não comportam.

Enfim…a questão é que em 21 dias (!!!) eu entrarei em um avião para ficar uma temporada fora do Brasil! (Ahhh…gritos de…alegria? histeria? nunca saberei). Sempre gostei de viajar e já perdi as contas de quantas listas eu já fiz com todos os lugares que gostaria de visitar. Mas agora é real!!

Ok, o Brasil tem seus defeitos. Morei minha vida inteiro em um dos bairros mais quentes do Rio de Janeiro (alô, Bangu!) e sempre desejei ir para um lugar diferente. Mas a ficha ainda não caiu! Já pararam para pensar que meu familiar mais próximo estará, no mínimo, a 12 horas de distância de vôo de mim? Que, apesar de eu ser fluente em Inglês, existem coisas que a gente só consegue explicar na nossa língua? (Não, eu não sei dar barraco em Inglês – aprendi minha vida toda a ser bem educada rsrs)

É claro que vou aprender muito, viver coisas diferentes, estudar, conhecer pessoas e lugares. Mas dá um medo. Aquele medo do incerto, de ter feito a escolha errada ao largar o emprego, da surpresa, de ter criado muita expectativa, medo de que dê algo errado (ou que dê tudo certo e que eu não queira mais voltar – a louca).

São tantas coisas para pensar, organizar, readaptar…que não há unha que aguente. Minha jornada pela terra da rainha, do motorista no lado direito, do chá das 5, das ruas que narram a história do mundo já começou e tentarei compartilhar um pouco dessas aventuras por aqui.

Espero que alguns posts possam ajudar a quem, como eu, se desesperou em ver que tem 1001 detalhes antes de dar aquele “See you soon, Brazil”…mas que tem aquela fé de que vai valer muito a pena!

Até a próxima.

–Mari